ELZA SOARES – DEUS É MULHER | Yabatur
Quarta-feira 20 de março de 2019

Elza Soares, ícone da música brasileira lança turnê do novo álbum, o impactante “Deus é Mulher”.

Vencedora do Grammy Latino, eleito disco do ano (2016) pelo The New York Times, além dos principais prêmios musicais e técnicos de 2015 e 2016, com o álbum “A Mulher do Fim do Mundo” sucesso no mundo, Elza lança turnê “Deus é Mulher”.

Deus é Mulher, o disco

A carreira de Elza Soares sempre foi pautada pela ousadia, seja pela maneira de cantar, pela atitude no palco ou pelas escolhas artísticas. No álbum Deus é Mulher, a mítica cantora repete a receita e mantem-se unida a vanguarda musical paulistana, casamento perfeito experimentado com sucesso no disco anterior e traz o segundo trabalho de sua trajetória composto somente por canções inéditas.

No time do novo disco, Marcelo Cabral volta no Baixo e Bass Synth, Rodrigo Campos repete a boa performance no Cavaquinho e Guitarra, Kiko Dinucci comanda o sintetizador, o sampler e a Guitarra, que divide com Rafa Barreto, com Guilherme Kastrup na Bateria, percussão e MPC. Esse grupo assina a coprodução de nove faixas do disco junto com Rômulo Froes e tem direção musical de Guilherme Kastrup que assina sozinho a produção de outras duas faixas do álbum, “Dentro de Cada Um” e “Deus Há de Ser”.

O repertório do disco toca em assuntos polêmicos como nas músicas “Língua Solta” e “Exu nas escolas”, esta última que aborda o tema do preconceito com religiões de matrizes africanas e os escândalos políticos como o desvio verba pública para as merendas em São Paulo.

Ainda no time de músicos que gravaram o álbum, dessa vez Elza convidou um potente reforço feminino. Mariá Portugal está na Bateria, percussão e MPC, Maria Beraldo no Clarinete e Clarone e a importante presença do grupo afro percussivo composto somente por mulheres, Ilú Oba De Min nas faixas “Dentro de Cada Um” e “Banho”, reforçando a presença feminina no novo álbum, o espaço da negritude e as raízes da cultura afrodescendente. Outra novidade do disco é a presença da composição “Deus Há De Ser” do renomado compositor e músico brasileiro, Pedro Luiz.

O novo álbum traz de volta o Samba Punk Paulistano, porém dessa vez com a presença de timbres mais sintéticos e discute amplamente em suas letras uma mensagem sócio-político ainda mais explícita que o anterior disco de Elza Soares.

“É notável a afinação desse time após dezenas de shows pelo país e lá fora, cara. Não poderia ser outro”, completa Elza Soares. Com extensa turnê que durou pouco mais de dois anos do premiado álbum A Mulher do Fim do Mundo, parte do time do novo disco passou por duas longas turnês pela Europa e duas viagens aos EUA, além de levar o show a dezenas de cidades brasileiras.

Sem qualquer repulsa ou desejo de seguir ou parecer com o álbum antecessor, no disco “Deus é Mulher”, nome que costura a história contada pelas canções do novo álbum e pretende exaltar a energia feminina como a provedora dessa nova fase energética e sócio-política do universo, Elza Soares apresenta uma surpreendente performance que supera seus últimos trabalhos.

“Não vejo Elza cantando assim desde o disco Do Cóccix ao Pescoço” afirma Kastrup.

Elza Soares volta a assinar com uma gravadora para a produção de um álbum vinte e um anos depois. Após o disco “Trajetória – 1997” pela gravadora Universal, a cantora optou por lançar seus trabalhos em selos independentes e assina contrato dessa vez com a Gravadora Deck para octogésimo primeiro, expressivo número de lançamentos musicais em disco de sua carreira.

O álbum apresenta 11 faixas que transitam por gêneros diversos, como samba, frevo, rock, pop, bossa, rap e eletrônico, em arranjos sobrepostos por timbres arrojados, ruídos, distorções e dissonâncias, características desse núcleo criativo.

“Eu acho que nesse momento o Brasil merece um disco assim, ousado, sem papas na língua, sem medo de dizer palavrão, de dizer o que pensa, ao que veio. Assim como A Mulher do Fim do Mundo, acredito que o disco vai servir de inspiração para outros artistas”, aposta a cantora.

Gravado entre o Red Bull Studios em São Paulo e o Estúdio Tambor no Rio de Janeiro, entre janeiro e março de 2018, o álbum foi mixado em New York por ninguém menos que o lendário Scotty Hard, vencedor do Grammy Award e responsável por discos emblemáticos do grupo Nação Zumbi.

“Dessa vez eu mesma escolhi as músicas. Veio gente dos quatro cantos do país para mandar suas composições para mim. Escolhi boas músicas sem me preocupar se eram de compositores estabelecidos, de novos ou do meu próprio time. O resultado é esse aí. Um disco espetacular que exigiu ainda mais de mim que o anterior. Dei o sangue para superar qualquer trabalho que eu tenha feito antes”, revela Elza.

O álbum traz nomes consagrados como Pedro Luís e Tulipa, repete nomes do álbum anterior como Douglas Germano, Alice Coutinho, Rômulo Froes, Rodrigo Campos, Kiko Dinucci, Clima e abre espaço para novas apostas como Edgar, Pedro Loureiro e Luciano Mello, compositores com grande expressão na cena independente, mas que agora recebem o aval de Elza Soares.

Local: SALA PRINCIPAL do TCA.

Data: 12/04/2019 às 21h.

Classificação: 16 ANOS

Lotação: 1.554 Lugares

INGRESSOS:  

COM LIMITE DE 40% DE COTA DE MEIA ENTRADA

A a W – 150,00/75,00 – 557 ingressos a venda, sendo 334 inteiras e 223 meias.

X a Z6 – 120,00/60,00 – 430 ingressos a venda, sendo 258 inteiras e 172 meias.

Z7 a Z11 – 90,00/45,00 – 300 ingressos a venda, sendo 180 inteiras e 120 meias.**

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**valores sujeitos a conveniência e taxa de entrega de acordo com a localidade.

Sugestões, transportes, ingressos em domicilio, grupos e serviços afins relacionados com a cidade do show; falecom@yabatur.com ou televendas Yabatur; 71 99141-0487/99610-2665 ou 3017-7663.

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